


12x de R$ 30,71 até 28/11 · acesso por 12 meses
O paciente senta na cadeira. Na anamnese, informa que toma alendronato há 4 anos. Ou que fez aplicação de Prolia no mês passado. Ou que está em tratamento oncológico com Zometa.
E aí vem aquela sensação familiar: o frio na barriga.
Você sabe que precisa extrair, instalar um implante, ou fazer uma cirurgia periodontal.
Mas a dúvida trava tudo:

"Posso operar esse paciente?"
"Preciso suspender a medicação? Por quanto tempo?"
"Peço CTX? E se vier abaixo de 150?"
"E se eu operar e o paciente desenvolver osteonecrose?"
"E se eu NÃO operar e o foco inflamatório piorar o quadro?"




Você pede o CTX sérico. Espera o resultado. Olha a tabela de Marx. E mesmo com o número na mão... a insegurança continua.
Porque no fundo, você sente que está buscando um "sinal verde" num exame que talvez não consiga te dar essa resposta.
E a verdade é: você está certo em desconfiar.
As "zonas de risco" de Marx foram por anos a referência para tomada de decisão cirúrgica em pacientes com bisfosfonatos.

A AAOMS é clara: o CTX não deve ser usado isoladamente para autorizar ou contraindicar cirurgias em pacientes tratados com antirreabsortivos.
A posição da AAOMS (2022, com a atualização de 2024) é clara: marcadores de remodelação óssea, como o CTX, não são considerados instrumentos validados para predizer o risco individual de osteonecrose dos maxilares.
MAS ONDE VOCÊ APRENDE ISSO DE FORMA ATUALIZADA E PRÁTICA?
Fonte: Ruggiero et al. Posição da AAOMS sobre osteonecrose dos maxilares relacionada a medicamentos, atualização de 2022.
A IMERSÃO CLÍNICA: BIOLOGIA DA OSTEONECROSE DOS MAXILARES é uma aula aprofundada, conduzida por mim, Profa. Denise Andia, pesquisadora em biologia óssea com mais de 20 anos de experiência acadêmica e clínica.
Nesta imersão, você vai entender o mecanismo biológico completo por trás da osteonecrose relacionada a medicamentos: como os bisfosfonatos e o denosumabe atuam no osso, por que os maxilares são mais vulneráveis, quais são os fatores de risco reais e como avaliar cada paciente de forma individualizada.
Você não vai sair com uma receita pronta. Vai sair com raciocínio clínico, a capacidade de olhar para o paciente, sua história, seus exames e suas condições sistêmicas, e tomar a melhor decisão com segurança.
Análises de casos clínicos
Disponível por 12 meses
Mais de 2 horas e 30 min de aula
Embasamento científico
Alguns comentários que recebo e me mantém no meu propósito de compartilhar conhecimento...
Medicamentos Antirreabsortivos: Mecanismos e Riscos
Remodelação Óssea:
a Base de Tudo
Bisfosfonatos (alendronato, zoledronato e outros), denosumabe (Prolia e Xgeva). Potência relativa, meia-vida, via de administração e por que cada um tem um perfil de risco diferente para osteonecrose.
Entenda o eixo RANK/RANKL/OPG, o papel dos osteoclastos e osteoblastos, e como o desequilíbrio desse sistema leva à necessidade de tratamento com antirreabsortivos. Conecte bioquímica com clínica de verdade.
MRONJ: do Diagnóstico ao Estadiamento
O Paradoxo do CTX: O Que Esse Exame Pode (e Não Pode) Dizer
Definição pela AAOMS, estadiamento (Grau 0 a III), fatores de risco locais (exodontia, doença periodontal, prótese desadaptada) e sistêmicos (diabetes, hipertensão, quimioterapia, corticosteroides). O mapa completo do risco.
Por que o CTX, sozinho, não é um instrumento validado para prever o risco de cada paciente (AAOMS 2022, atualização 2024), e onde ele ainda entra no raciocínio. Você vai parar de depender de um número.
Novos Medicamentos e Osteonecrose: Além dos Antirreabsortivos
Exames Complementares: Como Pedir e Interpretar
Trastuzumabe, docetaxel, carboplatina e outros quimioterápicos associados à osteonecrose mesmo sem bisfosfonatos. A fronteira que poucos dentistas conhecem.
CTX, P1NP, densitometria óssea (T-Score e Z-Score), cálcio sérico e ionizado, vitamina D (25-OH), PTH. Quais exames pedir para cada perfil de paciente e como interpretar os resultados no contexto clínico.
Protocolos de Tratamento: AAOMS 2022
Anamnese Biológica: O Planejamento Personalizado
Abordagem não-cirúrgica e cirúrgica por estágio, com fluxogramas de decisão. Quando operar, quando não operar, e como conduzir cada caso.
Como construir uma anamnese que vai além do "usa bisfosfonato sim ou não". Fatores ambientais, genéticos, comorbidades, síndrome metabólica e como tudo isso impacta a decisão clínica.
Boas-vindas
Osteoporose
Medicamentos e origem dos bisfosfonatos
Bisfosfonato no osteoclasto
Denosumabe e o comparativo com bisfosfonato
Definição e fatores de risco
Estadiamento, imagem e prevenção
Tratamentos adjuvantes e teriparatida
CTX e fluxograma de decisão
Caso clínico e encerramento
NOVO NESTA EDIÇÃO
Sou a professora e pesquisadora Denise Andia.
Com formação em Periodontia pela UNESP Araraquara, Doutorado e Pós-Doutorado em Biologia Buco-Dental pela FOP/UNICAMP, e passagem como Professora Visitante na Universidade de Birmingham (Institute for Biomedical Research, Cancer Sciences, UK), Construí uma carreira em busca de conectar a ciência de bancada com a realidade da clínica odontológica.
Atualmente sou Professora de Bioquímica na Graduação e de Biologia Óssea na Pós-Graduação da UNIP, com linha de pesquisa em regeneração óssea, células-tronco humanas e regulação epigenética.
Publiquei estudos que são referência na área, incluindo trabalhos sobre osteoporose pós-menopausa e diferenciação osteoblástica.
Você é cirurgião-dentista e atende (ou vai atender) pacientes em uso de bisfosfonatos ou denosumabe
Você quer se atualizar com evidência científica recente (2022-2025) e parar de usar referências ultrapassadas
Você congela quando recebe o resultado de CTX e não tem certeza do que fazer
Você quer ter segurança para conversar com o médico do paciente de igual para igual sobre condutas
Você quer entender a biologia por trás da osteonecrose, não apenas decorar protocolo
Você é cirurgião-dentista e lida em pacientes complexos
Profissionais que não realizam ou não pretendem fazer procedimentos cirúrgicos
Busca receita pronta sem interesse em entender o raciocínio biológico
Acha que um número de CTX resolve tudo
O valor original da imersão é de R$ 247 (preço da hora-aula), mas, como uma condição exclusiva, você poderá se inscrever por...
ou R$ 147 à vista!
✅ Imersão completa
✅ Disponível por 12 meses na plataforma Hotmart
✅ Conteúdo atualizado com diretrizes AAOMS 2022 e metanálises até 2025
✅ O Paradoxo do CTX: o que ninguém te ensinou sobre esse exame
Caso você desista, poderá solicitar reembolso integral do valor dentro de 7 dias após sua inscrição...
Essa imersão é para cirurgiões-dentistas que atendem ou pretendem atender pacientes em uso de medicações antirreabsortivas (bisfosfonatos, denosumabe, etc.) e querem ter segurança na tomada de decisão clínica. É especialmente relevante para implantodontistas, periodontistas e cirurgiões bucomaxilofaciais.
A imersão tem cerca de 2 horas e 30 min, com momentos dedicados à explicação teórica, aplicação clínica e tira-dúvidas.
Basta clicar no botão de inscrição, preencher seus dados de acesso e confirmar o pagamento.
Você receberá os dados de acesso a plataforma da Hotmart para assistir a aula.
Sim! Todos o conteúdo complementar será disponibilizado juntamente com a gravação da imersão.
Por Lei, você poderá solicitar reembolso dentro de 7 dias após sua compra, sem qualquer intervenção ou objeção de nossa parte.
Abaixo do vídeo, tem um campo para inserir suas dúvidas.
Copyright © Denise Andia
Todos os direitos reservados.
Epigen Biotecnologia Inova Simples - CNPJ 49.667.521/0001-96